segunda-feira, 25 de abril de 2016

O FIM DOS REGIMES POLITICOS E O INÍCIO DA EFICIÊNCIA DA CIÊNCIA


O FIM DOS REGIMES POLITICOS

PARA O INICIO DA ERA DA

EFICIÊNCIA PLENA

CIENTÍFICA E GLOBAL

PARA TODOS E PARA TUDO



Os regimes políticos de esquerda e de direita, são ficção criadas no passado recente, para dar vasão a problemas de administração de recursos públicos, com espectro na atividade privada de pessoas e empresas.

Como situação pontual em termos históricos, deixaram de ter serventias por diversos fatores, o tempo, imbatível em termos de dar fim a todas as coisas cíclicas, é o primeiro fator, o contexto social o segundo, mas o mais importante para este texto, é o enorme contexto de alcance de ciência para todos os seres humanos em termos globais.

A ciência provocou o encontro de verdades antes ocultas, em termos de sociedade, políticos e da análise do homem e do meio, sobretudo na questão do acesso ao entendimento dos reais valores de cada pessoa humana e seu papel de agente na formação da sociedade e do estado, eliminando a necessidade de funções de agentes políticos para determinados fins.

O ser humano, agora mais esclarecido, cada vez menos engajado na atividade política, porque falha e decadente, uma vez que criada em momento em que o seu forte se justificava pelo alcance de informações disponíveis em matéria de segurança e administração do estado, somente para a classe política e seus eleitos.

Temos que conviver com a política, no sentido criado originalmente na Grécia antiga, que sobreviveu ao tempo, mas a adequação se dá pela necessária compreensão e respeito da evolução científica alcançada, sobretudo por acesso das classes menos favorecidas aos meios de comunicação social da internet, que agora se prepara para viver seu momento mais forte de transformação de uso, a ciência a serviço preventivo da governança corporativa privada, pública, interna e internacional, em contexto que somente faz sentido se a todo e tudo atender indistintamente, tal como o sol não elege a quem ilumina, somente brilha em favor de todos.

Nas economias emergentes e menores (cito o caso específico do Brasil e Portugal, com efeito a todos os congêneres de mesmo contexto sócio econômico), o problema não é propriamente produção, é entender e dinamizar o processo produtivo, equacionando, em conjunto com economias maiores que hoje se situam na condição de credoras, a fatia do bolo necessária ao processo produtivo científico equilibrado e preventivo.

Ou seja, se olharmos o crescimento econômico de países mais sólidos, dois sintomas são mais latentes e visíveis aos olhos, o controle e crescimento da pujança econômica e investimento em ciência para uso mais adequado e evoluído do processo produtivo, diminuindo custos de um lado, e, de outro, otimizando, através de descobertas apoiadas por investidores financeiros públicos e privados, de produtos com utilidade inalienável e indeclinável no contexto mundial.

Investir em ciência preventiva, para o fim do livramento do julgo financeiro, é o ponto de equilíbrio entre nações de menor valor econômico, em relação às mais evoluídas.

Hoje, as dívidas impostas por conta de juros pelo não pagamento do objeto principal contratado, torna as economias menores operando em ciclos viciados e sem ciência, por conta do julgo político que afasta a aplicação da ciência para descoberta de valores de produção econômica que garanta a mesma utilidade mundial antes referida por parte das economias menores.

De nada adianta afundar economias menores, tornando-as obsoletas, somente para fins de controle do homem pelo homem, satisfazendo tão somente o ego de administradores inescrupulosos públicos e privados.

O equilíbrio entre nações, as torna passíveis de atingir o ponto de medida necessário para atingirmos a necessária paz mundial.

Hoje as guerras patrocinadas, para manter a indústria armamentista, não dão conta que não terão como sobreviver se um ditador maluco apertar o botão errado quando estiver no limite de sua insânia compulsiva de dominar o mundo.

Não se pode descartar a indústria armamentista, mas se pode atribuir a ela nova utilidade paralela, para não transformar o mundo em caos mundial.

Temos tudo em nossas mãos, povo pronto a trabalhar em favor de projetos novos, carência de produtos, por demanda reprimida, que tenham utilidade mundial nos campos preventivos, da saúde, transportes, educação, ciências, esportes, e, mesmo para usos mais racionais da indústria bélica que não coloque em risco a vida no planeta.

Não podemos mais conviver com ditaduras de esquerda ou de direita que aniquilam ou oprimem as respectivas populações por falta de respostas científicas as suas necessidades de gestão.

O mundo está pronto e ávido por mudança, e, hoje temos a prova de que a ciência aplicada preventivamente, como no caso das endemias e respectiva vacina evita a disseminação das doenças e mortes.

Se é para evitar que o ser humano seja tratado como coisa inútil, hábil ao descarte, por não se enquadrar nos processos produtivos, temos que reconhecer que a ciência necessária para alcançar a todos sequer está perto de ser aplicada.

O momento urge, por seguir o exemplo das vacinas em todas áreas do conhecimento, transformando as descobertas em processos produtivos úteis à libertação de economias menores, enquanto se tem o equilíbrio de trato com as economias mais avançadas.

Afinal, de que adianta avançar se o seu vizinho fica a margem do processo de vida, por conta única e exclusivamente da ganância.

Os fóruns mundiais precisam se preocupar em transformar as energias existentes em favor do encontro dos pontos de equilíbrio na distribuição não de riquezas, não sou a favor de retirar qualquer riqueza de quem fez por merecer, teve esforço próprio, lutou e venceu, todavia, quem não lutou deve ser observado, circunscrito cientificamente, de modo que seja permitido ter acesso por novo ângulo de observação ao processo produtivo justo que atenda aos interesses próprios e simultaneamente mundiais.

Diante do que foi dito, o enfoque econômico, que é o local de destino destas linhas, precisa ser respeitado aonde chegou, mas precisa saber e respeitar que todos queremos e temos o direito de chegar no mesmo local, que é interesse global de progresso e controle dos meios.

Desta forma, o que se precisa agir, em matéria de equação econômica, para recuperação de menores e emergentes, em relação a mais desenvolvidos é o seguinte:

  1. A análise de modelos de gestão que são eficientes em tempo e grandeza, com eficiência científica de métodos, produção, crescimento e distribuição de riquezas, como google, Windows, apple, facebook, que agregam o efeito de valoração e ampliação a ocupação de espaço em mídia, servindo de referência para uso do modelo de gestão público e privado através políticas de gestão impostas por lei de acompanhamentos por órgão mundial que contenha como contribuintes estes e outros grandes valores de referência, derivado da ONU;
  2. Criar políticas de investimento associado a ação preventiva da política de liberação e intervenção do estado em empreendimentos de economias menores, ligados em órgão único que concentre, preventivamente na liberação e acompanhamento de gestão de públicos e privados, em políticas de investimento e controle de gastos, de órgão de supervisão associado a controle e supervisão bancária, com todos os bancos associados, em conjunto com judiciário, ministério público, policias, órgão de controle de tributos e de gastos públicos, e, de liberações de licenças nas mais diversas esferas, na ordem de engenharia, segurança, adequação de gestão e interesse social, e, meio ambiente, concentrados em único órgão que atue de forma anterior a liberação de licenças e autorização de políticas de investimento e gastos a partir de valores que possam ser perigosos a segurança financeira destas empresas e órgãos;
  3. Referido controle físico e eletrônico precisa ser associado a participação popular eleita por órgãos de classe e seus profissionais filiados, de modo a garantir a participação equânime no processo produtivo;
  4. A liberação financeira de participação de colaborações por uso de informações não privilegiadas, seja por profissionais de gestão privada ou pública em processos científicos que otimizem a produção, de percentual de acordo com o ganho financeiro efetivamente realizado para colaboração assimilada; deste modo, cientistas e professores universitários estarão prontos a colaborar por esforço próprio, ou em participação com os empreendimentos que representam, de modo que recebem remuneração própria ou em conjunto;
  5. A garantia de que todos os empreendimentos serão controlados, e, utilizarão de modelos de produção com acompanhamento de contratos financeiros e de seguro,      que garantam a finalização do produto e seu uso seja privado ou público, na ordem civil ou comercial;
  6. Em contrapartida, para formar o interesse de investidores que se verão livres de pedidos de propinas indesejadas, e, porque todas as etapas do processo produtivo, inclusive concorrencial estarão cobertos por investigações preventivas, estarão referidos investidores livres da persecução judicial civil, comercial ou criminal, de modo a garantir segurança ao investidor;
  7. Por fim, em economias menores, em que cláusulas constitucionais como efeitos dos regimes de esquerda e de direita que deram ao judiciário a competência plena de controle de atos e ameaças, seja o judiciário excluído por revisão da Constituição de participação consequente dos atos visto e fiscalizados preventivamente.
    Atentem senhores credores internacionais, tendo gente séria administrando  e isto existe bastante, seus créditos serão honrados pelas economias menores, agora, enquanto não houver choque de gestão, no sentido de se permitir que estas medidas sejam implantadas, enquanto não houver a contrapartida de permitir por acesso maior as fontes de riqueza que o trabalho e produção voltem, não haverá pagamento, só haverá uma grande massa falida que em nada servirá para ninguém, melhor para todos, que se chegue ao consenso, com concessões de parte a parte, dando oportunidade para esta nova geração demonstrar seu verdadeiro valor, livre da escravidão que engessou o passado.
    De resto, é só deixar a ciência fazer a sua parte.


    HÉLIO BARRETO DOS SANTOS FILHO
    OAB SC 7487 DF 36606 OAPT 53040C
    Uc2013129118
    heliobsf@student.uc.pt

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